terça-feira, 19 de julho de 2011

BRASIL - Mercosul - 2009.

Envelope da agência Filatélica, RJ , para Santíssimo, RJ, postado em 10/09/2009.
Obs 1 .: Porte correto, R$ 3.25, referente ao 1º porte nacional não comercial, até 20 gramas, com prêmio de registro.
Obs 2 .: 1º porte nacional não comercial, até 20 gramas, R$ 0.65, prêmio de registro nacional, R$ 2.60, total, R$ 3.25.
Obs 3 .: Emissão Produtos de Exportação, Circuito das Frutas, Turismo Rural.
Obs 4 .: Os selos das frutas correspondem ao valor de R$ 1.00 cada, referente ao 1º porte nacional comercial.

BRASIL - Mercosul - 2009.

Envelope da agência Filatélica, RJ , para Santíssimo, RJ, postado em 10/09/2009.
Obs 1 .: Porte correto, R$ 3.25, referente ao 1º porte nacional não comercial, até 20 gramas, com prêmio de registro.
Obs 2 .: 1º porte nacional não comercial, até 20 gramas, R$ 0.65, prêmio de registro nacional, R$ 2.60, total, R$ 3.25.
Obs 3 .: Emissão Produtos de Exportação, Circuito das Frutas, Turismo Rural.
Obs 4 .: Os selos das frutas correspondem ao valor de R$ 1.00 cada, referente ao 1º porte nacional comercial.

BRASIL - Mercosul - 2009.

Data de emissão, 23/07/2009.
Tiragem, 3.000.000.
Obs .: Emissão Produtos de Exportação, Circuito das Frutas, Turismo Rural.

Produtos de Exportação
Circuito das Frutas, Turismo Rural

A fruticultura de exportação vem crescendo rapidamente a cada ano no Brasil, e, ainda, representa um imenso potencial a ser explorado. Nosso cliente principal é a Rússia, que concentra a maior parcela do volume das exportações brasileiras de frutas frescas. Esse promissor mercado exportador tem como outros destinos, principalmente, o Canadá, Emirados Árabes, China, Estados Unidos, e demais países do leste europeu.

O Circuito das Frutas é um dos principais e mais bem estruturados circuitos turísticos do estado de São Paulo. O forte do Circuito está nas visitas às propriedades produtoras de frutas (uva, morango, caqui, pêssego, figo, ameixa, goiaba e acerola, entre muitas outras) e seus derivados, como licores e compotas.

Também conhecido como Polo Turístico do Circuito das Frutas, é formado por 10 municípios (Atibaia, Indaiatuba, Itatiba, Itupeva, Jarinu, Jundiaí, Louveira, Morungaba, Valinhos e Vinhedo) com tradicional e diversificada produção na área da fruticultura. A área total dos municípios que compõem o Circuito das Frutas é de 2.383 km², com população de 1.030.035 habitantes, em 2008.

A região é um pequeno paraíso. Em meio a belíssimas paisagens, destacam-se no Circuito das Frutas o turismo rural, a produção de frutas, a produção artesanal de vinho e doces e o contato com as raízes culturais e históricas do povo brasileiro.

Próximo à Grande São Paulo, o Circuito das Frutas dispõe de uma das melhores malhas viárias do Brasil, com destaque para as rodovias Anhanguera e Bandeirantes. Está, também, localizado próximo aos principais aeroportos do estado, como o Aeroporto de Cumbica, em Guarulhos, Congonhas, em São Paulo e Viracopos, em Campinas. A região do Circuito começou a ser povoada com a ocupação do território, no século XVII. Durante o século XVIII a região de Jundiaí foi entreposto de tropeirismo e, a partir do século XIX, teve seu desenvolvimento fomentado pela cafeicultura.

Em 1867, com a conclusão da Ferrovia Santos-Jundiaí, a cidade tornou-se uma estratégica área de entroncamento ferroviário. Chegaram, então, os primeiros grupos de imigrantes italianos, portugueses, espanhóis, japoneses, alemães, ingleses e árabes. Com a crise do café nos anos 30 do século XX, a população da região deu impulso à diversificação das culturas agrícolas, até a profusão de variedades atualmente cultivadas. A origem do Circuito das Frutas remonta a meados dos anos 90, quando produtores rurais da região buscavam no desenvolvimento do turismo rural alternativas para a viabilização econômica de suas propriedades.

No ano 2000, 27 produtores rurais reuniram-se para a constituição da Associação de Turismo Rural do Circuito das Frutas. Com a organização do movimento, a ele se juntaram as prefeituras dos municípios participantes, com apoio de entidades como o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – SEBRAE/SP e Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – SESCOOP/SP. Na mesma época, o interesse do governo estadual no desenvolvimento de roteiros turísticos propiciou a condição necessária para que, em 2 de outubro de 2002, fosse oficialmente instituído o Polo Turístico do Circuito das Frutas. Desde então, tem sido crescente o número de turistas que o visitam e desfrutam da sua natureza privilegiada e dos sabores do campo.

Fonte:
Secretaria Municipal de Agricultura e Abastecimento
Prefeitura do Município de Jundiaí/SP

segunda-feira, 18 de julho de 2011

URUGUAI - Mercosul - 2008.

Data de emissão, 20/06/2008.
Tiragem, 15.000.
Obs .: Emissão Aves Autóctones, Fueguero e Urraca Comun.

ARGENTINA - Mercosul - 2008.

FRENTE DO CARTÃO
Cartão postal da agência Argentina, para Rio de Janeiro, Brasil, postado em 2?/06/2009.
Obs .: Emissão Aves Autóctones, Tordo Amarillo.

BRASIL - Mercosul - 2008.

Envelope da agência Filatélica, RJ , para Florianópolis, SC, postado em 03/07/2009.
Obs 1 .: Porte correto, R$ 3.25, referente ao 1º porte nacional não comercial, até 20 gramas, com prêmio de registro.
Obs 2 .: 1º porte nacional não comercial, até 20 gramas, R$ 0.65, prêmio de registro nacional, R$ 2.60, total, R$ 3.25.
Obs 3 .: Emissão Aves Autóctones, Coruja e Pica-Pau.

BRASIL - Mercosul - 2008.

Data de emissão, 10/10/2008.
Tiragem, 1.020.000.
Obs .: Emissão Aves Autóctones, Coruja e Pica-Pau.
Emissão Mercosul- Aves Autóctones: Coruja e Pica-pau
Coruja e Pica-pau: A Sabedoria e a Vivacidade!

Pica-pau-do-Parnaíba (Celeus obriem)

o pica-pau-do-Parnaiba, que tem o nome científico de Celeus obrieni, é uma daquelas aves que encantam os pesquisadores por suas caracteristicas peculiares. Primeiramente, o seu topete vermelho é muito vistoso, juntamente com os tons marrons vivos da plumagem do corpo. O tamanho também é razoável, chegando a quase 30cm.
Não existem, ainda, estudos sobre o comportamento e a biologia do pica­ pau-do-Parnaíba, mas é provável que seus hábitos reprodutivos e alimentares não sejam muito diferentes daqueles dos seus parentes mais próximos. Em geral, comem insetos e suas larvas. Várias adaptações, incluindo audição acurada e uma língua muito comprida e pegajosa na ponta, auxiliam os pica-paus nessa tarefa. Pescoço, coluna, bico e crânio reforçados ajudam na capacidade de fazer do corpo um perfeito martelo, capaz de perfurar madeira facilmente. Esse hábito faz com que os pica-paus prestem, muitas vezes, o importante serviço ecológico de livrar árvores de insetos nocivos. Os pica-paus também utilizam as árvores para construir ninhos, e os machos martelam árvores mortas para demarcar e defender seu território de outros machos.
O mais interessante desse pica-pau, é o fato de que os cientistas passaram 80 anos sem avistar um único exemplar da espécíe. Depois de 1926, quando um exemplar foi coletado pelo naturalista Emil Kaempfer, em Uruçui, município do estado do Piauí, a ave nunca mais foi vista. Dúvidas surgiram. A partir de análises do exemplar depositado no Museu de História Natural de Nova lorque, os ornitólogos, em 2005, concluíram que o pica-pau-do-Parnaiba era mesmo uma espécie. Em 2006, fazendo um levantamento de avifauna no município de Goiatins, estado de Tocantins, o biólogo Advaldo do Prado reencontrou a espécie, confirmando sua existência, e, por conseguinte, a não extinção.
Até 2007, um total de 23 indivíduos foi encontrado, e a área de ocorrência se estendeu do município de São Pedro da Água Branca, no Maranhão, até Dianópolis, no Tocantins. Dado o número baixo de indivíduos, e o isolamento das populações, a espécie está ameaçada de extinção. A carência de estudos e a rápida perda de habitat, pelo desmatamento e pela expansão da agroindústria, tornam a preservação da espécie, principalmente por meio da conservação dos ambientes onde vive, ainda mais importante.

Coruja-da-mato (Strix virgata)

A coruja-do-mato, Strix virgata, é uma espécie bastante comum, que ocorre desde o México até a Argentina. Tem entre 28 e 38cm de comprimento, e pode pesar até 320g. Os mexicanos a chamam de búho café, por causa de sua cor marrom predominante. Já o seu nome em inglês é Moltled owl, que significa coruja pintada, numa referêncía à plumagem cheia de pintas na tonalidade marrom escuro.
A grande variedade de habitats que consegue ocupar explica a ampla distribuição da espécie, que vive desde as florestas altas e fechadas até as áreas abertas com árvores esparsas, bem como em plantações de cacau e café, e mesmo dentro de cidades. Os ninhos são feitos geralmente em ocos de árvores vivas ou em palmeiras, podendo ocupar também ninhos abandonados de outras aves, onde põe 1 ou 2 ovos. A alimentação também é variada, de insetos maiores, como besouros e gafanhotos, a pequenos mamíferos, morcegos, pequenos répteis, incluindo cobras venenosas, e também anfíbios. Sua visão aguçada, com olhos voltados para frente, e a capacidade de girar a cabeça em um ângulo de até 2700, a torna uma caçadora implacável.
As corujas, noladamente uma espécie lão comum quanto a coruja-da-mato, desempenham juntamente com outros predadores a importante função de manter as populações de suas presas sob controle. Com relação ás populações urbanas de corujas, sua atividade de caça é diretamente benéfica para as pessoas, ajudando a controlar as populações de insetos e ratos. O fato de caçarem à noite, possibilita, por exemplo, consumirem cobras venenosas como jararacas e cascavéis.
Embora não se encontre classificada como espécie ameaçada, a coruja­ do-mato, em todos os países em que ocorre, sofre com os mesmos problemas que ameaçam tantas espécies: a caça, o envenenamento, a poluição e a perda de habitat natural por desmatamenlo e expansão das atividades agrícolas e das áreas urbanas. A coruja, símbolo da sabedoria em algumas culturas, precisa ser reconhecida como fator importante na dinâmica da biodiversidade, assim como o papel que cada espécie desempenha na manutenção dos ecossistemas.

Fonte:
Getúlio Freitas
Analista Ambiental
CEMAVE - ICMBio

URUGUAI - Mercosul - 2007.

Data de emissão, 28/12/2007.
Tiragem, 15.000.
Obs .: Emissão Arquitetura Nacional, Edifício Joaquim Torres Garcia e Casa Julio Vilamajó.

BRASIL - Mercosul - 2007.

CARIMBO EM DESTAQUE
Envelope da agência Filatélica, RJ, para Jardim Laranjeiras, Santíssimo, RJ, postado em 03/09/2009.
Obs .: Emissão Arquitetura Nacional, Ponte JK - Brasília.

BRASIL - Mercosul - 2007.

Data de emissão, 21/04/2007.
Obs .: Emissão Arquitetura Nacional, Ponte JK - Brasília.